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Jogos Olímpicos Rio 2016

Jogos Olímpicos Rio 2016

Olá amores!

Hoje vamos falar sobre os Jogos Olímpicos Rio 2016 que vão começar dia 5, nesta sexta-feira. Acabei de ler um artigo sobre duas jovens atletas negras que vão para os jogos pela primeira vez: Simone Biles e Gabby Douglas, e isso me fez pensar também na minha prima Tatiane Pacheco Nascimento que vai estar lá representando a gente junto as suas companheiras de basquete.

Tatiane Pacheco Nascimento

Tatiane Pacheco Nascimento

Os Jogos Olímpicos sempre me comovem: imagine mais de 200 nações se reunindo em um só lugar, disputando lado a lado para ver quem é o melhor de maneira pacífica.

Além de gostar muito do espetáculo de abertura e encerramento, que são invariavelmente um show de beleza e criatividade, os Jogos Olímpicos são um espetáculo de preparação, treinamento, paciência e quase sempre, superação.

Lembro-me de, ainda criancinha, torcer muito pelas meninas do vôlei, mesmo que tenham sido os rapazes do vôlei a conquistar o nosso primeiro ouro, em Barcelona (1992). E ouvir os adultos falando da perfeição de Nadia Comaneci se desdobrando nas barras (Montreal, 1976). Em Atenas (2004) senti uma tristeza misturada a indignação ao ver Vanderlei Cordeiro ser interrompido já na reta final por um maluco. E tem ainda Misha, o ursinho que chorou no encerramento dos Jogos Olímpicos em Moscou (1980), e que fez muita gente chorar também.

Tommy Smith e John Carlos levantando o punho cerrado, um gesto do Panteras Negras (México - 1968)

Tommy Smith e John Carlos levantando o punho cerrado, um gesto do Panteras Negras (México – 1968)

E aqueles momentos que entraram para a história: Tommy Smith e John Carlos levantando o punho cerrado, um gesto do Panteras Negras (movimento negro americano) em pleno pódio, no México (1968), e que resultou na expulsão dos atletas dos jogos; o atentado terrorista em Munique (1972) que terminou com a trágica morte de 2 esportistas e em Los Angeles (1984), quando a corredora suíça Gabrielle Andersen-Scheiss terminou a maratona cambaleando por causa das fortes dores. A não desistência da corredora se tornou um símbolo de superação.

Jogos Olímpicos de Verão de 1984: Suíça Gabriela Andersen-Scheiss em ação durante a maratona das mulheres em Los Angeles Memorial Coliseum. Los Angeles, CA 1984/08/05 (Foto por John W. McDonough / Sports Illustrated / Getty Images)

Jogos Olímpicos de Verão de 1984: Suíça Gabriela Andersen-Scheiss em ação durante a maratona das mulheres em Los Angeles Memorial Coliseum.
Los Angeles, CA 1984/08/05 (Foto por John W. McDonough / Sports Illustrated / Getty Images)

Só de pensar em tudo isso já me emociono e aposto que quem lembra ou sabe do que estou falando também se sentiu emocionado.

Pois agora é no Brasil. Apesar de todas os problemas e dificuldades que o país esta passando, meu desejo é de que tudo corra bem. Espero que os atletas de todo mundo possam mostrar o seu melhor e que o público posso apreciar a maravilha que são os jogos.

E se acontecer um momento histórico, que seja bom, positivo e que sirva para inspirar todos nós.

Um beijo da Preta

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